Liderança e alta performance executiva: como atingir o topo com excelência?

O mundo corporativo já compreendeu a importância de uma gestão com foco em pessoas e em resultados para garantir a competitividade e a longevidade dos negócios. Entretanto, para ser realmente efetiva, essa gestão precisa abranger diversos aspectos, como o conhecimento técnico e gerencial, a visão estratégica sobre as oportunidades de mercado, o uso racional dos recursos disponíveis, o incentivo a inovação e a criatividade, a otimização dos processos internos e a adoção de práticas relacionadas ao capital humano.

Nesse sentido, ações destinadas à atração e à retenção de talentos, à capacitação e ao desenvolvimento dos profissionais, ao aumento dos índices de motivação e de engajamento, à identificação e à preparação de novas lideranças e à formação de equipes de alta performance devem estar sempre entre as prioridades de todos os líderes. Afinal de contas, o maior patrimônio de uma organização está na competência e no comprometimento dos seus colaboradores.

Diante dessa realidade, o gestor ganhou responsabilidades adicionais e passou a ser um componente fundamental para o sucesso dessa gestão, influenciando diretamente a conquista de altos níveis de produtividade, eficiência e satisfação entre os times. E, nesse cenário, é possível perceber que todo gestor pode ser classificado como um líder ou chefe.

Em boa parte das empresas, ainda é mais fácil encontrar perfis de chefe, principalmente em organizações que obedecem a formatos mais tradicionais, verticalizados e burocráticos. Porém, as mudanças no comportamento e nos hábitos da sociedade — principalmente em função do avanço da tecnologia, da conectividade, do acesso à informação, de novas demandas e da chegada das novas gerações ao mercado de trabalho — exigem também uma adaptação no estilo de liderança utilizado pelos gestores.

Atualmente, os valores pessoais, ambições e preferências, são diferentes e precisam ser administrados corretamente para que o desempenho profissional seja sempre potencializado. Por isso, os líderes se tornaram figuras ainda mais importantes, já que são capazes de conduzir suas equipes por meio de uma gestão humanizada, direcionada às estratégias e aos objetivos corporativos.

Líder ou chefe? A importância do comportamento no ambiente de trabalho

O estilo de liderança tem grande impacto no rendimento das equipes, e é preciso lembrar que existem várias questões que diferenciam o comportamento e as atitudes desses 2 tipos de gestores. Na verdade, muitos fatores — como maturidade, inseguranças e experiências anteriores — interferem na adoção de algumas posturas. E esse conjunto de informações faz com que o gestor seja um líder ou chefe.

Mas é fácil perceber que as habilidades do líder são mais úteis as empresas, especialmente diante das adversidades, pressões e desafios cotidianos. E, para se tornar um líder de alta performance, é essencial entender todas essas diferenças, realizar uma autoanálise sincera e assumir as próprias forças e fraquezas. Assim, é possível aperfeiçoar os pontos críticos, desenvolver novas competências e corrigir os desvios.

Confira agora as características marcantes dos líderes e dos chefes e, também, os efeitos provocados por determinadas condutas nas equipes:

O perfil do chefe

Os gestores com perfil de chefe costumam centralizar o poder e, por isso, se prendem ao microgerenciamento — o que dificulta a gestão e a conquista de bons resultados. Eles são mais individualistas, técnicos, impacientes e, muitas vezes, autoritários. Adotam um estilo “mandão”, que evidencia as dificuldades de comunicação interpessoal.

Competências comportamentais pouco desenvolvidas — como a empatia, a persuasão e o equilíbrio emocional — tornam o ambiente mais tenso e estressante. Além disso, não constróem relações de confiança e não conseguem se aproximar da equipe.

Assim, os chefes falham na tentativa de interagir, de participar e de fazer parte do grupo. Esse comportamento restringe a atuação dos colaboradores, que passam a trabalhar sem autonomia, limitados apenas às ordens e às aprovações do gestor. Dessa forma, a produtividade também fica reduzida, os processos se tornam mais lentos e o clima organizacional é bastante prejudicado.

Como não há qualquer incentivo à colaboração e à coletividade, os times não têm oportunidades de crescimento e aprendizado — o que provoca efeitos negativos em diversos indicadores, como nas taxas de retenção de talentos, rotatividade e absenteísmo. Desse modo, é evidente que o estilo de liderança do chefe é ineficaz e até mesmo obsoleto diante das atuais demandas corporativas.

O perfil do líder

Por outro lado, os gestores com perfil de líder sabem construir equipes capacitadas e motivadas e são capazes de atingir as metas e de superar barreiras. Em outras palavras, eles se dedicam ativamente à gestão de pessoas.

Os líderes gerenciam com ética, transparência e coerência — alinhando discursos, ações e decisões. Por isso, são respeitados e admirados. Sabem estreitar os relacionamentos e, assim, conhecem os talentos, as aptidões, as expectativas e as deficiências de cada membro da equipe.

Esse convívio permite aos líderes observar, orientar e sustentar o desenvolvimento dos profissionais por meio do planejamento de programas de treinamento individualizados, preparados especificamente para maximizar o desempenho do time.

Os líderes também demonstram autoconfiança, entusiasmo, resiliência, persistência, humildade e firmeza de propósito. Além disso, são bons comunicadores, compartilham informações e conhecimento, esclarecem dúvidas, apoiam o pensamento criativo e incentivam o aprendizado.

Eles mediam e solucionam os conflitos internos com imparcialidade, buscando consensos e acordos entre as partes — sem prejulgamentos. Para tanto, exploram a capacidade de negociação e argumentação. Administram as pressões e os imprevistos do dia a dia com maturidade. Os líderes sabem delegar responsabilidades, com base na meritocracia e na experiência dos profissionais.

Por meio dessa gestão, é possível formar equipes mais atuantes, inventivas, questionadoras, proativas, qualificadas e engajadas aos objetivos da empresa. Com isso, é fácil perceber os impactos positivos no clima organizacional, na produtividade e nos índices de satisfação.

Uma liderança para inspirar: como motivar e aumentar a produtividade da sua equipe?

A motivação também é influenciada pelo estilo de liderança aplicado pelo gestor, por isso, algumas competências técnicas, gerenciais e comportamentais são essenciais a uma gestão de alta performance. Nesse ponto, vale lembrar que motivação pode ser entendida como a dose de energia que nos coloca em movimento, e que a falta dessa energia provoca abatimento, apatia e desinteresse pelo trabalho.

Nessa condição, todo o capital intelectual e criativo da equipe é desperdiçado. Dessa maneira, é preciso adotar práticas capazes de gerar uma motivação contínua entre os colaboradores e transformar esse sentimento em eficiência.

Assim, os líderes devem investir no próprio aperfeiçoamento. O conhecimento, por exemplo, traz a segurança necessária para liderar e tomar decisões. Por isso, é importante apostar em cursos de atualização, especialização e pós-graduação. Porém, a inteligência emocional, a simplicidade e a empatia são habilidades essenciais para a criação de um ambiente produtivo e colaborativo.

De fato, o verdadeiro papel do líder de alta performance é conduzir sua equipe à excelência por meio do aprendizado e do engajamento. Desse modo, é preciso cuidar de todas as questões que cercam o capital humano, como:

  • os processos de recrutamento e seleção;

  • a identificação de talentos;

  • os programas de treinamento;

  • a elaboração de planos de carreira e de sucessão;

  • a definição de políticas atrativas de remuneração e benefícios;

  • e, claro, a implantação de práticas orientadas a gestão de pessoas.

Conheça, a seguir, algumas práticas destinadas a motivar equipes e a aumentar a produtividade individual e coletiva:

Lidere pelo exemplo

Já que o estilo de gestão tem forte impacto na motivação da equipe, é necessário que o gestor adote novas posturas e aja como um verdadeiro líder. É importante compreender que a maneira mais eficiente de liderar é por meio do exemplo. Assim, além do conhecimento técnico, é preciso contar com determinadas competências, tais como:

  • bom humor;

  • capacidade de planejamento;

  • educação;

  • gentileza;

  • honestidade;

  • paciência;

  • persistência;

  • poder de decisão;

  • retidão.

Gerencie com coerência

A coerência é fundamental para qualquer gestão e, por isso, precisa estar presente em todas as atitudes do líder. Por meio da neutralidade, da equidade e da isenção é possível construir uma liderança justa, lógica e congruente, capaz de conquistar credibilidade e simpatia por parte da equipe.

Conheça a sua equipe

O líder de alta performance conhece cada membro do time e sabe dos seus talentos, aptidões, valores, aspirações, perspectivas e limitações. Com essa visão, é mais fácil delegar com assertividade, estabelecer papéis e planejar treinamentos para potencializar o desempenho de todos.

Seja um bom comunicador

A qualidade da comunicação interna é mais um importante elemento para a motivação entre os colaboradores e, por isso, o gestor deve ser um bom comunicador. Para tanto, é preciso encontrar mecanismos eficazes para compartilhar informações, eliminar dúvidas e atualizar a equipe em relação às prioridades, às urgências e aos obstáculos a serem superados.

Atualmente já é possível contar com diversas soluções tecnológicas para facilitar a comunicação:

  • aplicativos;

  • chats;

  • redes sociais corporativas;

  • sistemas integrados.

Essas são apenas algumas opções. Mas o contato pessoal não pode jamais ser negligenciado, por isso, as reuniões gerenciais são tão necessárias. Os encontros devem servir também para estimular a participação e a troca de ideias, opiniões e sugestões.

Não postergue decisões

A agilidade na tomada de decisões é um dos segredos de uma gestão competente, principalmente diante de mudanças súbitas de cenário ou de acontecimentos inesperados. É verdade que as resoluções devem estar embasadas, mas nem por isso devem ser procrastinadas ou passar por burocracias em excesso. Decisões tomadas rapidamente demonstram segurança e controle da situação, colaborando para a tranquilidade do ambiente. Além disso, esse comportamento também reforça a confiança do time no seu gestor.

Delegue autoridade e responsabilidades

A delegação colabora muito para o crescimento profissional da equipe. Por meio da delegação de autoridade e de responsabilidades, os colaboradores podem adquirir outros conhecimentos e amadurecer. De qualquer forma, o líder precisa supervisionar, orientar e apoiar as tarefas para que todos possam atingir os resultados pretendidos.

Pratique o feedback

O feedback é uma excelente ferramenta para gestão de pessoas e deve ser aplicada em todas as esferas da empresa. Por meio de conversas estruturadas e francas, o líder pode elogiar o bom trabalho, o talento e o empenho — mas também deve corrigir falhas, indicar pontos a serem melhorados e acompanhar rendimentos abaixo do esperado, sempre com foco no aperfeiçoamento e na produtividade.

Cuide do ambiente de trabalho

O ambiente de trabalho também influencia na motivação geral, e, por isso, o líder precisa estar atento a alguns aspectos importantes, como:

  • a obediência às normas de conduta;

  • os conflitos internos;

  • a sobrecarga de trabalho;

  • a divisão desigual de tarefas;

  • as pressões desnecessárias;

  • e os comportamentos tóxicos, normalmente relacionados a fofocas, preconceitos ou discriminação.

Por isso, é essencial fortalecer a diversidade, a coletividade e a complementariedade.

Implemente programas de incentivo a participação e a colaboração

Outra prática efetiva para aumentar a motivação e a produtividade é a implementação de programas de incentivo à participação e à colaboração. Nesse caso, é preciso definir procedimentos formais para que as equipes possam propor soluções para os atuais problemas, além de propostas para a redução de custos e eliminação de desperdícios.

Brainstormings, times multifuncionais e grupos de pesquisa também são excelentes iniciativas, que favorecem o pensamento criativo e o empreendedorismo corporativo — e ainda podem identificar novas oportunidades para o negócio ou dar origem a projetos inovadores.

Conceda benefícios diferenciados

As políticas de remuneração sempre foram alvo do interesse dos profissionais. Entretanto, atualmente, os benefícios ganharam maior destaque e já fazem parte da estratégia para atração e retenção de talentos de muitas empresas.

É preciso salientar que, para influenciar os índices de motivação, a carteira de benefícios deve estar alinhada ao perfil dos colaboradores. Além dos tradicionais planos médico e odontológico, é importante pensar em novas alternativas.

Parcerias com academias, assessorias esportivas, restaurantes, livrarias, escolas de idiomas e universidades, além da possibilidade de horário flexível e home office são alguns exemplos.

Uma prática que vem conquistando adeptos no mundo corporativo, é permitir que o próprio colaborador escolha seus benefícios, dentro de um portfólio predeterminado, assim, há mais chances de satisfazer todos.

Celebre conquistas

Planejar eventos internos para celebrar conquistas da equipe é outra ação eficiente, destinada à motivação e à produtividade. Projetos entregues, metas superadas, novos contratos, aumento das vendas são motivos para uma comemoração. Esses encontros servem para confirmar o reconhecimento e a valorização dos profissionais e ainda favorecem a integração entre os colaboradores.

Realize pesquisas de clima organizacional

A pesquisa de clima organizacional é indispensável para mensurar a efetividade das práticas adotadas. Por meio das respostas sobre questões do cotidiano — como condições de trabalho, relacionamento com o gestor e oportunidades de crescimento —, é possível verificar se os colaboradores estão realmente motivados e engajados. Assim, o líder consegue perceber quais são os pontos fortes e fracos da gestão, e, então, providenciar os ajustes necessários.

Coach para a excelência

O coaching é, essencialmente, uma assessoria que orienta o profissional por meio de ferramentas específicas a realizar uma avaliação pessoal sobre suas expectativas e ambições. Esse processo continua com a elaboração de um plano de carreira, sustentado por novas metas, ações e prazos.

Assim, o coaching pode trazer inúmeros benefícios, como o reconhecimento de suas fraquezas e o desenvolvimento de outras habilidades e competências. E, para alcançá-los, é preciso ficar atento a alguns itens importantes:

  • comunicação mais efetiva;

  • inteligência emocional;

  • aumento na autoestima e na autoconfiança;

  • distância da zona de conforto;

  • equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.

O líder de alta performance possui essas habilidades e competências, muitas vezes, trabalhadas por meio do coaching executivo. E, dessa maneira, também pode se transformar em um líder coach, dedicado ao crescimento e à preparação da sua equipe.

O líder coach investe no autoconhecimento e, assim, sabe lidar com as suas emoções e com as do time. Também aprende a administrar diferentes desafios, adversidades e problemas do dia a dia com firmeza e serenidade. Além disso, conhece e observa seus liderados para então auxiliar cada colaborador a aprimorar talentos, potencializar aptidões e melhorar o próprio desempenho. Com isso, o líder coach consegue construir equipes mais fortes e competentes.

Entendendo os gargalos da sua equipe

Para identificar e compreender as deficiências do time, o líder de alta performance precisa conhecer todos os seus liderados. Nesse ponto, é importante se atentar para os feedbacks, para as avaliações de desempenho e para a produtividade de cada colaborador.

Para uma investigação mais profunda, é possível fazer uso dos testes de análise de perfil profissional, bastante úteis no diagnóstico de modelos mentais, caraterísticas pessoais e vocações. Desse modo, o líder é capaz de reconhecer as carências que precisam ser corrigidas, minimizando os gargalos na produção da equipe.

Paralelamente, é essencial realizar um levantamento sobre as necessidades da empresa, envolvendo:

  • operações críticas;

  • lacunas ou monopólios de conhecimento;

  • chegada de novas tecnologias;

  • e investimentos.

Com base nessas informações, o líder pode elaborar um plano de capacitação que alinhe as expectativas dos colaboradores e da empresa. Essa gestão por competências já se mostrou muito eficaz e, por isso, foi adotada por diversas organizações.

O que significa ser excelente no mundo corporativo?

A excelência profissional é um dos objetivos mais disseminados dentro do mundo corporativo — sendo que, de um lado, estão as organizações em uma busca incessante por talentos; de outro, os profissionais que pretendem atender a essa demanda, com foco também em uma carreira de sucesso.

Para atingirem essa excelência, os gesotres precisam englobar diversas habilidades, como:

  • predisposição ao planejamento e à execução de tarefas;

  • organização;

  • disciplina;

  • conhecimento técnico e gerencial;

  • visão sistêmica e estratégica;

  • e, ainda, uma série de competências comportamentais necessárias à liderança e à gestão do capital humano.

Ser excelente é, em linhas gerais, atingir resultados de forma constante, demonstrar uma performance crescente, compreender as necessidades dos clientes internos e externos, superar expectativas, encontrar soluções e oportunidades para o negócio — tudo isso por meio de equipes motivadas, capacitadas e talentosas.

Para tanto, esse líder deve gerir e maximizar o potencial de seus liderados e, principalmente, atuar de forma ética, positiva e agregadora. Esse conjunto de competências faz parte do perfil dos líderes de alta performance, classificados como excelentes.

Colocando metas e definindo prioridades

A definição de metas deve estar entre as práticas relacionadas à gestão de pessoas, com foco na motivação e na produtividade dos times. Nesse caso, os objetivos macro da empresa precisam ser analisados e desdobrados em metas, que por sua vez devem ser distribuídas aos líderes, times e colaboradores de acordo com o cargo, limites de atuação e experiência.

E quando essas metas são coletivas, existe ainda o incentivo ao trabalho em equipe e à colaboração. Entretanto, é importante frisar que essas metas devem ser ambiciosas, mas realistas — sob pena de provocar efeito contrário, ou seja, a desmotivação dos profissionais.

Ao mesmo tempo, é essencial elaborar um planejamento mais amplo, que sirva para guiar a atuação e os esforços de cada colaborador. Esse planejamento precisa contar com uma definição clara de prioridades, cronogramas, responsáveis, etapas e interdependências. Controles e indicadores também são fundamentais para facilitar essa gestão. Assim, é possível administrar pendências, monitorar prazos e acompanhar o desempenho de todos.

Conclusão

O mercado ainda sofre com a escassez de líderes tecnicamente competentes, mas que também sejam capazes de interagir, compartilhar, inspirar, influenciar e de agregar valor às equipes e às empresas. Hoje, os profissionais mais talentosos têm novas motivações e ambições para a carreira, e, por isso, o estilo de liderança passou a ser determinante para o sucesso da estratégia de retenção e também para a formação de times de alta performance.

Dessa maneira, o líder deve gerar engajamento e satisfação por meio:

  • da valorização e do reconhecimento;

  • de tarefas e de projetos desafiadores;

  • da delegação e do feedback;

  • de oportunidades de crescimento;

  • do incentivo à participação;

  • e do apoio a inovação.

Porém, para atingir a excelência, o líder precisa atender as expectativas de seus liderados, conquistar credibilidade, confiança e respeito e, simultaneamente, superar todas as metas e garantir altos índices de produtividade.

Para chegar e se manter nesse patamar, é indispensável apostar no aprendizado, no autoconhecimento e no coaching executivo. Assim, é possível aperfeiçoar competências, comportamentos e habilidades imprescindíveis para o mundo corporativo.

É importante lembrar que equipes conduzidas por líderes de alta performance são capazes de vencer os mais diversos obstáculos, encontrar soluções criativas para os atuais problemas, otimizar processos internos, racionalizar recursos, identificar ameaças e mitigar riscos.

Dessa forma, fica evidente a importância dos líderes genuínos para a competitividade das empresas, principalmente diante de um mercado cada vez mais exigente e dinâmico.

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